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Noticias da Região:

Caminhões são flagrados com madeira 

ilegal na BR-010.

Agentes da PRF (Polícia Rodoviária Federal) apreenderam aproximadamente 61 metros cúbicos de madeira que estavam sendo transportados ilegalmente em três caminhões na rodovia BR-10 na madrugada desta quinta-feira (15), nos municípios de Dom Eliseu e Ulianópolis, sudeste paraense. 

O primeiro flagrante de crime ambiental ocorreu quando os agentes abordaram um caminhão trator pilotado por Charles Robson Gomes Chaves, de 26 anos, que apresentou documentação diferente da que estava na nota fiscal. De acordo com a documentação discal, a carga de madeira avaliada em R$ 8.700,00 (oito mil e setecentos reais) teria sido carregado em Ipixuna do Pará com destino à São José do Ribamar, no Maranhão. O condutor afirmou aos agentes da PRF que desviou o caminho para desviar da Fiscalização da PRF no Posto de Dom Eliseu, porque estaria com a documentação do veículo atrasada, porém foi constatado que não havia qualquer irregularidade com o veículo.

Foto: PRF/Divulgação

Em um outro momento, os agentes da PRF abordaram dois caminhões que seguiam em comboio na Estrada do Cauaxi, no Km 77 da BR 010, município de Ulianópolis, transportando aproximadamente 40 metros cúbicos de madeira em toras sem as documentações exigidas pela lei ambiental. O condutor do primeiro caminhão, 26 anos, informou aos policiais, que teria realizado carregamento de aproximadamente 20 m³ de madeira em Paragominas, próximo ao Rio Capim e teria como destino uma serraria localizada na própria estrada Cauaxi em Ulianópolis. Após ser realizada busca na cabine do veículo, os policiais encontraram cinco cartuchos de munição calibre .20 e uma espingarda sem marca aparente de calibre .20, que, segundo o condutor, seria para caçar animais silvestres e teria comprado há 4 dias. Devido ao flagrante do crime porte ilegal de armas, foi dada voz de prisão ao condutor.

O segundo veículo do veículo, conduzido Ozano Furtado da Silva, de 40 anos, também estava transportando aproximadamente 20 m³ de Madeira em toras, não possuía documento fiscal e florestal exigidos para o transporte da carga e afirmou ter carregado a madeira e tinha como destino o mesmo lugar do outro motorista .

As cargas e os caminhões apreendidos no posto da PRF foram encaminhados para os órgãos ambientais, já os condutores foram liberados após assinarem um TCO (Termo Circunstanciado de Ocorrência). 



Energia solar é inovação para a indústria

 naval no Pará.

Com os desastres naturais mais evidentes nos últimos anos, acentuados principalmente pelo crescimento da atividade industrial no mundo, é preciso pensar em novas alternativas de produção como fontes de energia limpa e inovações tecnológicas que não agridam o meio ambiente. E não é preciso ir muito longe para encontrar ideias inovadoras que podem mudar os rumos do processo produtivo. No Pará, o Gedae (Grupo de Estudo de Desenvolvimento de Alternativas Energéticas) da UFPA (Universidade Federal do Pará) mantém o projeto de um barco de passageiros movido a energia solar, experimento que pode se tornar uma opção para a indústria da construção naval no Estado. A ideia de usar a energia limpa para navegação já valeu os três anos de pesquisa. Atualmente 15 estudantes dos cursos de Engenharia Naval e Engenharia Elétrica da universidade trabalham na construção de outro barco solar, dessa vez criado para competições. Mas o grupo pretende ir além: quer utilizar essa mesma tecnologia para aperfeiçoar o transporte pelos rios da região.

'A ideia desse barco que construímos em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina foi mostrar que a ciência pode ajudar as comunidades ribeirinhas com soluções simples e eficazes por meio de uma energia que não polui e não agride o meio ambiente', explica o doutor Wilson Negrão, professor da UFPA e um dos pesquisadores do Gedae.

Energia para transformar

O primeiro barco de passageiros movido a energia solar do Brasil, o 'Aurora Amazônica', ficou pronto no ano passado após três anos de estudos, uma parceria entre pesquisadores da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) e a UFPA. O projeto foi pensado pelo Grupo Fotovoltaica e financiado pelo MCTI (Ministério da Ciência Tecnologia e Inovação), que fomenta a pesquisa e o desenvolvimento social e sustentável da população amazônica. A embarcação, que foi criada com fibra de vidro em sua composição para dar mais leveza, tem capacidade para transportar até 22 pessoas e autonomia para cinco horas de navegação. E como ele funciona? É um processo bem simples: as placas captam a energia solar, que por sua vez é transformada em energia elétrica. Essa energia elétrica fica armazenada em dois conversores que completam a ação, passando as correntes para o motor da embarcação, responsável por movimentar o barco. Outra vantagem é que o barco pode ser carregado junto a um terminal elétrico solar, o que permite o funcionamento até mesmo em períodos de chuva.

Primeiro barco brasileiro para passageiros movido a luz solar. Foto: Weg/ Divulgação.

'No Brasil, nesse porte, é o primeiro barco que está sendo instalado. Já foram desenvolvidas no Brasil embarcações menores para competição, mas com esse porte, com capacidade para 20 passageiros e dois tripulantes, é a primeira do País. Ele (o barco) já existe em outros paises, mas aqui ele é inovador', completa Alexandre Montenegro, engenheiro mecânico da UFSC. 

Atualmente o barco está ancorado na comunidade Santa Rosa, na Ilha das Onças, no município de Barcarena, Região Metropolitana de Belém, local que foi beneficiado pela invenção. Segundo o professor Walter Ramos, coordenador do Projeto Oficina Solar Comunitária, desde que a embarcação foi entregue a comunidade no ano passado ela ajuda nas atividades diárias dos moradores e no transporte escolar de crianças e jovens. O barco ainda não pode fazer longas viagens, pois depende de uma documentação expedida pela Marinha do Brasil para navegar.

'O barco está em pleno funcionamento e atende nossas demandas diárias. É uma forma totalmente nova de navegação, que não polui os nossos rios e traz economia de combustível. Isso sem falar na ausência de barulho e na leveza que ele tem. Estamos só esperando a liberação da Marinha para fazermos viagens mais longas', explica Walter. Só para se ter uma ideia, uma viagem da comunidade Santa Rosa para Belém em uma embarcação parecida, que utiliza óleo diesel, sairia em torno de R$ 30. Se essa mesma embarcação fizesse a viagem todos os dias, no final do mês o gasto com combustível seria de cerca de R$ 900, logo uma das vantagens do barco solar é a economia de combustível. 'A vantagem do barco é que utilizamos a energia do sol, que é de graça. Basta recarregar o barco todo dia que funciona perfeitamente. Quando ele puder viajar para longe vai facilitar a vida de muita gente daqui que precisa ir ao médico em Belém ou estudar na capital', completa ele, ressaltando que a manutenção da embarcação é acompanhada de perto pelos pesquisadores da UFPA.  


Multa por farol desligado em rodovias 

pode voltar em breve.

Foto: Claudio Pinheiro / O Liberal.jpg

A Advocacia-Geral da União (AGU) entrou com recurso ontem (14) na Justiça Federal para retomar a cobrança de multa para motoristas que andarem nas rodovias do país com farol desligado. Uma decisão provisória suspendeu a punição no último dia 2, até que as rodovias estivessem devidamente sinalizadas.

O conteúdo do recurso não foi divulgado pela AGU por “razões estratégicas”. O órgão confirmou à reportagem que o pedido de reconsideração foi protocolado e deve ser analisado pelo juiz Renato Borelli, da 20ª Vara Federal do Distrito Federal – o mesmo que suspendeu as multas no início do mês. Não há prazo para a nova análise.

Enquanto a Justiça não emitir novo posicionamento, a aplicação de multas segue proibida. A decisão não anulou as notificações que já tinham sido emitidas até o dia 2 de setembro.

O recurso já tinha sido anunciado pelo Ministério das Cidades, que disse entender que “tal decisão provisória não leva em consideração o bem coletivo e a segurança no trânsito”. “A intenção da aplicação da lei é preservar vidas aumentando as condições de segurança nas rodovias, estradas e ruas do País”, afirmou a pasta.

A lei federal entrou em vigor em 8 de julho e determina que o farol baixo seja usado em todas as rodovias, mesmo durante o dia. O descumprimento é considerado infração média, com 4 pontos na carteira de habilitação e multa de R$ 85,13. Em novembro, o valor deve subir para para R$ 130,16.

No primeiro mês de validade da regra, entre 8 de julho e 8 de agosto, a Polícia Rodoviária Federal registrou 124.180 infrações nas rodovias federais. Nas estradas estaduais de São Paulo, outras 17.165 multas foram aplicadas. No Distrito Federal, as multas superaram em 35% o número de autuações por estacionamento irregular.

O farol baixo é o que as pessoas chamam de farol, até então exigido para todos os veículos somente durante a noite e dentro de túneis. O uso das luzes já era obrigatório para as motos durante o dia e a noite, em todos os lugares.

A ação foi proposta pela Associação Nacional de Proteção Mútua aos Proprietários de Veículos Automotores (Adpvat). No pedido, a associação afirma que a regra nova teria sido instituída com a “finalidade precípua de arrecadação”, o que representaria desvio de finalidade. A ação também se baseia no artigo 90 do Código Brasileiro de Trânsito, que diz que “as sanções previstas no código não serão aplicadas nas localidades deficientes de sinalização”.

“Em cidades como Brasília, exemplificativamente, as ruas, avenidas, vias, estradas, rodovias, etc. penetram o perímetro urbano e se entrelaçam. Absolutamente impossível, mesmo para os que bem conhecem a Capital da República, identificar quando começa uma via e termina uma rodovia estadual, de modo a se ter certeza quando exigível o farol acesso e quando dispensável. Para se evitar infringir a lei, não há outra forma senão os faróis ligados em todos os momentos”, diz trecho da ação.

Alto custo de viagem para Belém 

pode afetar o turismo.


O Círio 2016 será bem mais caro que o do ano passado. E uma grande contribuição para o aumento das despesas dos romeiros e turistas será os custos dos transportes e da hospedagem. “Os transportes, em sua maioria, estão mais caros em relação ao Círio do ano passado e em percentuais que, em alguns casos, superam a inflação estimada em 9,50% para os últimos 12 meses. A hospedagem também está mais cara”, diz o economista Roberto Sena, supervisor técnico do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) do Pará.

Para o Círio deste ano, e dependendo do meio de transporte utilizado e do local da hospedagem, o gasto de cada romeiro ou turista pode ficar bastante elevado - sem contar com os preços de alimentação e outras despesas, como artesanato e os deslocamentos na capital, acrescentou Sena. As análises feitas pelo Dieese mostram que o Círio vai ocorrer em um cenário de imensa dificuldade na economia com queda de crescimento, alta de juros e de inflação, queda no emprego e também na renda. “Essa situação, de alguma maneira, deverá trazer reflexos na mobilização de turistas e romeiros para a grande festa”, alerta. 

Os estudos conjuntos realizados pelo Dieese e Secretaria de Estado de Turismo (Setur) sobre as participações de turistas no Círio 2016 estimam queda de cerca de 3% no número de participantes. Mesmo assim, cerca de 80 mil turistas deverão vir a Belém para o Círio. Sobre os custos de transportes e hospedagens de romeiros e turistas para o Círio, os aumentos não foram lineares, mas estão, em muitos casos, em percentuais acima da inflação estimada em torno de 9,50% para os últimos 12 meses. Os meios de transportes mais utilizados por turistas e romeiros para virem a Belém para o Círio são aéreo, rodoviário e marítimo/fluvial e todos estão bem mais caros em relação ao Círio do ano passado. 

O transporte aéreo, por exemplo, continua apresentando variações expressivas e altas acima da inflação nos últimos 12 meses, principalmente no que diz respeito às varias formas de tarifas praticadas hoje pelas companhias aéreas (tarifa promocional, tarifa flexível, tarifa programada e as tarifas top). As diferenças de preços entre a mais barata e a mais cara chega, em alguns casos, a mais de 100% dependendo da companhia aérea, do local de origem e do horário e data do voo, informa Sena.

O transporte rodoviário de passageiros também está mais caro em relação ao Círio de 2015. O transporte interestadual de passageiros (ônibus) teve aumento de 9,04% - o reajuste foi autorizado pela Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT) no dia 1º de julho deste ano. Já o transporte rodoviário intermunicipal de passageiros também está mais caro em 17,11 % em relação ao Círio do ano passado - o aumento foi autorizado pela Arcon no final de novembro de 2015. 

Segundo pesquisas do Dieese e Setur, o transporte aéreo é um dos principais meios de transportes utilizados para a vinda de romeiros e turistas a Belém para o Círio. Pesquisas junto às duas maiores empresas que voam para Belém, feita nos dias 12 e 13 de setembro, para voos com chegada a Belém em 5 de outubro (quarta-feira do Círio), mostram que o custo do transporte aéreo para os turistas e romeiros participarem do Círio de Nazaré/2016 na capital paraense continua elevado, principalmente em virtude do esgotamento das chamadas tarifas promocionais.










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